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30/04/2010 Hugo Chaves de saia - IIA candidata da ditadura petista passa a “pregar” uma nova bandeira em sua campanha à Presidência da República...a bandeira do estatismo. Em seu palavreado desencontrado, frases na maioria das vezes sem nexo, quase incompreensíveis por ramificadas, verdadeiras saladas temáticas nada conclusivas, fez-se entender (detalhe raro) quando esbravejou que “seu bando não é entreguista”. Isto não é bandeira, isso nos remete ao que sempre alertou o genial Roberto Campos sobre a insistência do Estado em se manter como intervencionista na geração de privilégios e corrupção. Dizia Ele: <>
Maior eficiência, reduzir despesas e gerar recursos, esses alguns dos principais objetivos que, a bordo do liberalismo, se busca na aplicação de política de privatização. A Vale, que o PT e sua essência esquerdista corrompida e nefasta não engolem a privatização, está aí revelando ter quadriplicado tudo o que é de bom em termos empresariais e colocado no chão o que de ruim bloqueava e prejudicava a então estatal. Na verdade é até aceitável a condição de sócio minoritário estabelecer-se em relação ao Estado sobre o que precisa ser privatizado, mas “minoritário”, bloqueando-se o que no Brasil de hoje é conhecido como “gestão dos companheiros, ou cabide de empregos, ou têtas, ou mamatas e, campo aberto para corrupção”. Os exemplos deixados por Geraldo Ford, Jimmy Carter e Ronald Reagan (esse último uma excelência governamental) deram seqüência ao status de maior nação do mundo aquela que continua sendo a maior nação do mundo, juntando-se a eles no incentivo às privatizações a Dama de Ferro, Ministra Margareth Thatcher, na Inglaterra. Mas é preciso que se cite principalmente o caso do Chile. É ali que está o grande exemplo de sucesso pela decisão das privatizações. É verdade que a abominável esquerda, ao ouvir falar no nome de seu comandante – foi com ele que o Chile saiu da miséria esquerdista cultivada e aplicada pelo malévolo Salvador Allende, indivíduo lapidado na indecência retrógrada do comunismo - reage como se fosse casa de enforcado e ouvisse ali se falar em corda, mas teve e tem ela, esquerda, que engolir esse sucesso do Chile, cujo nome é Augusto Pinochet, que lá fincou a bandeira salvadora em 1973. Pois bem, em relação a “Stela”, a do terrorismo de então, aí está a proposta descortinada sobre o que pretende para o Brasil: “o atraso, o subdesenvolvimento,as têtas, os cabides, enfim, para os milhares de companheiros que estão a fazer do Brasil uma verdadeira arte de esgoto que terá sucesso, se triunfar das eleições, no famigerado e abominável estatismo.
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O Apresentador
Paulo Martins é jornalista, nascido na cidade de Rio Grande - Rio Grande do Sul. Naquele Estado trabalhou em vários órgãos de comunicação, destacando-se a Radio Farroupilha de Porto Alegre...
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