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Colunas
24/06/2010 Assalto ou EstelionatoA senhora estava num grande estabelecimento comercial e necessitou usar um dos caixas eletrônicos que ali estavam à disposição. Ela precisava sacar trezentos reais de sua conta do Banco do Brasil. Todos os procedimentos executados e eis que a tela do aparelho fica totalmente branca. Num raciocínio que achou ser o mais lógico, entendeu que não havia dinheiro no aparelho. Sinal de que a administração desse tipo de processo é falha e, se é falha, executada por incompetente ou incompetentes. Nada que provoque surpresa ao se saber que se trata de estatal entregue a quem fez e faz desse Brasil algo pessoal e não público. Mas, o problema da senhora que necessitou do caixa eletrônico do Branco do Brasil não parou ali. Em outro caixa ao qual se dirigiu em outro local, ela – embora não acreditasse – retirou um extrato (pagou por isso, outra modéstia de honestidade) e constatou que o dinheiro que o sistema do Banco do Brasil não lhe entregara, havia sido contabilizado. O banco do Brasil prejudicou a cliente porque não havia dinheiro no caixa, o que jamais deveria ocorrer, e, acima desse prejuízo circunstancial, registrara o valor como tendo sido entregue. A concepção sobre isso é FURTO. Não afirmo ser roubo em razão da “nomenclatura” admitir a expressão apenas quando processada a bordo de violência, muito embora tenha a referida senhora sido vítima de um modelo de violência. Então, que se use a palavra FURTO - ou estelionato - pois cobrar, faturar e não entregar ou é furto ou é estelionato. Num processo judicial será a exceção da verdade. Esta modesta Coluna se coloca à disposição do banco do Brasil se desejar tentar justificar (o injustificável) a seus clientes sobre tamanha aberração. A propósito, embora se possa classificar como “estelionato”, em minha modesta interpretação pessoal entendo isso como ASSALTO. E, por ironia – falando em assalto – o Banco do Brasil também mantém aquela estúpida porta rotativa que constrange as pessoas, como se aquela estupidez fosse inibir assaltantes de bancos quando decididos a esse tipo de ação.
GRIFE
O Brasil não vive o que tentam convencer ser “campanha eleitoral”. O que se assiste é campanha de preço à cumplicidade de homens e de partidos.
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O Apresentador
Paulo Martins é jornalista, nascido na cidade de Rio Grande - Rio Grande do Sul. Naquele Estado trabalhou em vários órgãos de comunicação, destacando-se a Radio Farroupilha de Porto Alegre...
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