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Colunas
31/08/2010 Armadilha.Como de hábito, os petralhas montaram a armadilha e os tolos que se dizem da oposição “caíram que nem patinhos” – para usar a popular expressão. Disseram e dizem eles, os petralhas: “Queremos discutir propostas e exigimos debate em alto nível, sem baixarias”. Ora...ora...essa é a armadilha. Se “colar”, ninguém saberá o que foi e quem foi Dilma Rousseff, ninguém saberá que ela foi terrorista, que ela participou de assaltos, enfim, ninguém saberá de sua vida criminosa quando junto aos organismos lotados de delinqüentes, de assassinos, de assaltantes, “aquilo” que foram a Colina e Var Palmares. E demais a mais, desde quando um partido que promoveu o maior período de corrupção no País reveste-se de moral para postular “alto nível e condenar baixarias” em debates? Insiste em se esconder atrás da máscara que usa com desenvoltura. E, revelar quem foi essa mulher à opinião pública, desde quando é ato de baixaria ? Trata-se, sim, de COMPROMISSO para com a sociedade, pois estará revelando a essência “da elementa”, estará revelando seu verdadeiro caráter. A propósito: Além de tudo mostra-se (a “elementa”) incorrigível, haja vista que seus defeitos do passado devem tê-la moldado para todo o sempre, tanto que acrescenta mais um a sua personalidade, a de mentirosa, comportamento que andou ruminando nos dias de hoje. Ela mentiu sobre mestrado e doutorado. É de se alimentar, em razão de mais essa travessura, outra dúvida: Não tem nem mestrado e nem doutorado como afirmou ter, teria o curso superior que diz que tem? Na prática, em reportagens e debates, tem se revelado uma especialista em fiascos, um desastre hilariante. Parece tão desprovida de conhecimentos culturais quando “seu criador”. E convém que se diga que um Elias Maluco ou Fernandinho Beira Mar, após cumprirem suas penas, terão cidadania respeitável, o que a ela faltará, pois eles cumprirão suas penas: E Dilma pagou ou pagará pelas contravenções que praticou no passado? Sua foto ao lado de sua amiga metralhadora circula pela Internet, já com milhões de acessos.
GRIFE
Três anos. É o terceiro aniversário da corrupção envolvendo Lulinha, o filho do Presidente da República que foi brindado com CINCO MILHÕES DE REAIS, transformando-se – para seu papai – no “Ronaldinho Gaucho dos negócios.” Três anos, processo parado, ministério público do Rio e o de São Paulo com integrantes medrosos ou “identificados”, passam ao jogo de empurra. A nós, então, só restam as urnas. E se a ex-terrorista perder a eleição, aí sim, faltará embaixada para atender a tantos pedidos de asilo e haverá justiça.
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MATAR É PECISO
Não se trata de erro de impressão ou de revisão. O título deste artigo é esse mesmo, ou seja, “matar é preciso”. O que também é preciso é estudar o meio que venha punir com essa medida aqueles que precisam ser eliminados para o bem da sociedade e os que precisam ser eliminados são esses latrocidas que, ao iniciarem armados ações de roubos, não empunham essas armas por fantasia e, sim, para matar. Sou um brasileiro entre os milhões de nosso país, e por essa condição me julgo no direito de dizer que já se esgotou a paciência em torno “dos conselhos” de comunicadores de todos os níveis que insistem que devemos transigir com a violência, nada de reações e, sim, esperar o ato consumado e tentar ressocializar o bandido. Ora, chega, esse estado de espírito é para a fantasia de psicólogos, não todos, de sociólogos, não todos, de pastores, não todos, de padres, não todos, sim, nem todos concordam (ainda bem) em responder ao mal com o bem, pois a rigor essa postura não passa de fantasia dessa camada comunista que infesta de forma corrosiva a sociedade brasileira, ou de “líricos” irresponsáveis. Chega. É preciso matar bandido e de preferência como os americanos faziam no passado. Lá, eles enforcavam os ladrões de cavalos, não para recuperar os cavalos, mas para mostrar que cavalo não era para ser roubado. Hoje, no Brasil, não são os cavalos roubados que exigem um basta e, sim, vidas, vidas humanas, vidas de pessoas de bem, vidas nossas, de nossos familiares. É preciso matar bandido, é preciso matar latrocida, pois latrocida é verme, é peçonhento, latrocida é nocivo, latrocida o é por ser gerado em ventre impuro. Chega, é preciso matar bandido, ou as vítimas continuarão a ser eu, você, minha mãe, sua mãe, caro leitor, nossos filhos e netos, nossos familiares, vítimas...enquanto sofismas doutrinários continuarão falando em ressocialização, a mais cretina, canalha e patife das expressões cunhadas no Brasil nos últimos tempos.
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TENS FOTOS ?
Rotativo na Internet pede algumas respostas ou dados concretos sobre o passado da candidata do Silva à Presidência. Não é citado o autor da idéia, mas o conteúdo mostra que se trata de pessoa inteligente, o oposto da criatura que está sendo questionada. Assim, pergunta ele se alguém possui fotos ou registros de Dilma Rousseff “lutando pela democracia”. (Ela jamais se abrigou nessa empreitada, terrorista, lutou, sim, pela implantação do comunismo). Pede pelo menos uma foto dela na campanha “Diretas Já”...(Não vale a da Norma Bengel, já que ela tentou trapacear se fazendo passar pela mesma numa foto em passeata.) O material pede uma foto pelo menos da dita cuja em passeata pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita. Pelo menos uma. Uma foto que seja dela em algum evento pela Constituinte Livre e Soberana. Também quando dos movimentos pelo impeachment de Collor. Uma foto dela – Dilma – indignada diante do mensalão, ou dinheiro nas cuecas. Foto ou vídeo de algum trabalho social do qual tenha participado. Já que está sendo publicada foto dela com uma metralhadora, uma foto com o marido ou com o ex-marido, ou com o pai da filha, antes da festa nababesca do casamento da filha. Seria conveniente para o brasileiro avaliar se haverá ou não o que aqueles que fazem do bom humor uma verdade, primeiro “damo”. Enfim, fotos, documentos, recortes de jornais provando Dilma – a Estela ou Wilma – “lutando pela democracia”. Cristo não vem mais. (Vai, filho...vota)
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E-mail enviado a revista Granja, sobre uns acampados na beira da estrada, ao lado de uma fazenda:
"Ainda ontem, um fazendeiro do norte de Minas me telefonou contando que ofereceu de graça aos vizinhos algumas vacas recém-paridas, para que tirassem um leitinho e fizessem meia dúzia de queijos por dia. Todos recusaram. Ofereceu-lhes, também, a colheita do milho as meias, isto é, podiam colher e ficar com a metade. Todo recusaram. Trabalhar dá muito trabalho. Bom mesmo é contar com a Bolsa Família."
Eduardo Almeida Reis, revista A Granja, agosto de 2010.
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“Justiça Eleitoral libera o “Votei sim pela venda do Banestado”.
Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) decidiu que tucano não pode negar que foi favorável a venda do Banestado e que é a favor das privatizações. Eis uma informação salutar em favor de Beto Richa, pois revela posição contrária a imbecilidade da estatização, tão defendida pela neurose comunista que sempre busca cabides de emprego para praticar corrupção e pendurar nos referidos cabides sua nódoa nebulosa e pegajosa que nada faz, a não ser “mamar” nas tetas do dinheiro do povo. O Banestado, hoje, se não tivesse sido vendido, ESTARIA QUEBRADO, como está sendo “quebrada a Petrobrás”, cujos acionistas hoje autorizam e insistem na venda de suas ações, já que na gestão de Dilma Russeff, como Presidenta do Conselho, perdeu o posto de primeira empresa brasileira e desce a escada rumo ao porão. O Governo Silva achou que poderia enganar o mundo com a fantasia eleitoreira do impraticável pré-sal.
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GATO PRETO NO ESCURO
Não lembro o autor e sim da frase, comparativa a alguma circunstância que a inspirava: “É como num quarto escuro, procurar por um gato preto que não está lá”. A fraqueza, a falta de conteúdo e principalmente de projetos de governo de certos candidatos fazem com que eles procurem explorar ao máximo a tal figura barbuda de Brasília, que se conhece por Lula, já que ele, embora chefe do mais corrupto dos governos que o Brasil teve, dizem ter o apoio do povo, da “quantidade ignorante” do povo do País e, como a quantidade dessa gente é incomensurável, concluíram que “colar” na criatura dá votos. Por isso, os marqueteiros – que são os grandes trapaceiros de cada campanha ao enganarem os ignorantes através de artifícios - insistem que cada um que esteja à sombra do Silva, procure explorar esse fator momentâneo, embora de uma aberrante falsidade. Assim, e na verdade, esses que exploram Silva e o próprio Silva se enquadram perfeitamente na expressão: “Não passam de um quarto escuro no qual se procura por um gato preto que não está lá”.
GRIFE
Voltando a esclarecer: O dono do instituto Vox Populi é filiado ao PT e assina coluna na revista petista Carta Capital.
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DISSE A MIM
O Senador Osmar Dias não poderá alegar desconhecimento ao constatar agora que o PT, na verdade, está se lixando para a sua candidatura. E não poderá, tendo em vista que por vezes inúmeras foram disparadas denuncias sobre o que Gleisi Hoffmann propagava: “A nós interessa no Paraná ter um palanque para Dilma. É esse, na verdade, o nosso objetivo”. Ou seja, significa dizer que o Paraná é detalhe secundário e o importante é a ex-terrorista. Gleisi Hoffmann afirmou isso a mim – SIM, A MIM – num programa de entrevistas na TV Tarobá. E essa “disfunção” foi também por mim noticiada, principalmente através desta Gazeta. Na verdade, não é só o palanque para Dilma que Gleisi objetiva, a petista se atira também de forma obstinada em busca de uma mamata no Senado da República, mesmo sendo uma mulher que nada tem a ver com o histórico político do Paraná, Estado por ela desprezado. Seu marido é ministro do PT – o mais rico partido político brasileiro – e decidiu “dar um presente para a esposa”, ou seja, uma cadeira no Senado. Como deve saber com que tipo de eleitor está lidando, espera o êxito como “favas contadas”. Vai, Brasil...Vota. Depois...pague o preço.
GRIFE
Se Tiririca fosse candidato a Presidência da República...eu votaria nele. Pelo menos o Tiririca não nega que é um palhaço.
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DILMA ! AGORA CONTA A DO PAPAGAIO!
Com o aval de Dilma, seus marqueteiros continuam mentindo por ela. É que ela e eles seguem afirmando, para os tolos, que ela “lutou contra a ditadura”. Ora...Ora...Estou no jornalismo desde antes do ano de 1964...Andei por emissoras pequenas e grandes, trabalhei em jornal e televisão, fui o locutor que, seqüestrado pela turma do senhor Leonel Brizola, em Porto Alegre, abri a que chamaram “Campanha da Legalidade”. Fui por longo tempo substituto de Lauro Hagmann (quando impedido) no famoso noticiário Repórter Esso. Fui titular do Grande jornal falado Farroupilha, à época, para o RGS algo como –versão radio - o hoje Jornal Nacional da Globo para o Brasil, a TV engatinhava. Exerci minhas funções profissionais na Globo do Rio Grande do Sul (a RBS). Em minha velha carteira profissional estão lá meus registros da Rádio Globo e da Radio Tupy do Rio de Janeiro, como apresentador e redator de notícias e narrador de esportes. Também trabalhei em outras empresas de comunicação no RGS. Fiz estágio (embora curto – 30 dias) no departamento brasileiro da radio Voz da América, Nova York. Exerci minhas funções ao longo de dois anos na Amazônia e lá fundei o jornal Estadão do Norte. Também lá fui correspondente da Rede Capital de rádios (hoje desfeita). Fui editor de jornais, inclusive desta Gazeta do Paraná, trabalhei em rádios em Cascavel e estou há vinte e três anos e meio na TV Taroba...E JAMAIS LI, PUBLIQUEI, COMENTEI OU DIVULGUEI UMA NOTÍCIA SEQUER SOBRE ESSA FIGURA DE AGORA CHAMADA DE DILMA ROUSSEFF. E não foram poucos – a bordo de tudo isso - os nomes envolvidos em conflitos políticos e armados, por mim noticiados, ao longo de todo esse período. E estou aqui especificando apenas o período desde 1964, esquecendo “o antes”. Transmiti e redigi notícias sobre ações de vários grupos terroristas, de conflitos, de seqüestros, de assaltos a bancos que não foram poucos, prisões, troca de tiros, de bombas que eles soltavam em qualquer lugar e matavam inocentes, e confesso: JAMAIS me vi diante do nome dessa criatura – Dilma Rousseff, ou Estela, ou Vanda, como “lutadora em favor da democracia”, ou envolvida em qualquer outro conflito político que merecesse destaque. Ora...ora...dona Dilma, que já mentiu em várias ocasiões e em relação a várias circunstâncias: Lutou contra a “ditadura” e em favor da democracia...quando...onde...como...com quem e por quê? Poupe-me, dona Dilma...O mínimo que se espera de alguém que postule ocupar a Presidência do Brasil é que tenha, pelo menos, pequenas doses – que sejam – de escrúpulos. Mas parece que tanto para a senhora como para seu patrono... “isso é grego”, sem se falar na turma do PT que foi desmoralizada pelo chefe Silva, dias atrás, em programa político na TV quando afirmou que “quando viu Dilma, sentiu que achara a pessoa que queria”, ou seja, não havia no PT – E NÃO HÁ – no conceito dele um que seja que pudesse lhe merecer a escolha. Dilma, então, lutou pela “democracia”? Ela que agora conte aquela do papagaio!!!
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O Apresentador
Paulo Martins é jornalista, nascido na cidade de Rio Grande - Rio Grande do Sul. Naquele Estado trabalhou em vários órgãos de comunicação, destacando-se a Radio Farroupilha de Porto Alegre...
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